O fóssil estudado é de um réptil onívoro com 275 milhões de anos de idade, o Labidosaurus hamatus, que mediria cerca de 75 centímetros.
Com dentes fixos que não cresciam de novo depois da perda de um deles, o animal consumia mais propriamente plantas fibrosas e caules, além de insetos voadores e rastejantes.
Mas essa estrutura também se mostrou um "calcanhar de Aquiles" do réptil por torná-lo vulnerável a um mesmo tipo de bactéria dentária, também encontrada na boca humana.
"Nossas descobertas permitem que especulemos sobre como o próprio sistema humano de ter apenas dois conjuntos de dentes [permanentes e não permanentes], embora seja vantajosos para mascar e processar diferentes tipos de comida", diz Reisz, "é mais suscetível a inflamações".
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/904739-reptil-e-prova-de-que-carie-existe-ha-275-milhoes-de-anos.shtml
Comentário: A cárie necessia de alguns subtratos, essa descoberta pode ampliar o conhecimento sobre essas substâncias que favorecem o desenvolvimento da cárie. Como foi descoberto que a cárie já existe há 275 milhões de anos, pode significar que estas substâncias já estavam presente de alguma maneira no ambiente.

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