Um estudo norte-americano indica que acontecimentos sociais ou psicológicos são detectados em áreas do cérebro que também correspondem à dor física.
A pesquisa tomou como base as reações de 40 voluntários que, no período anterior de seis meses, tinham passado pelo fim de um relacionamento amoroso contra a sua vontade --em outras palavras, foram rejeitados.
Os cientistas apresentaram quatro cenários para o grupo analisar. Ver a foto de um parceiro e, ao mesmo tempo, pensar no fim da relação; ver a foto de um amigo e pensar em uma situação positiva vivida com ele; sentir um toque gentil e quente provocado por um aparelho preso ao braço e, finalmente, sentir uma queimação de dor gerado pelo mesmo aparelho, mas que não fosse forte o suficiente para provocar danos físicos.
As duas situações de dor --a perda do namorado e a queimação-- provocaram uma reação nas mesmas regiões cerebrais, descobriu o estudo.
A conclusão a que chegou o professor de psicologia Ethan Kross, da Universidade de Michigan, e seus colegas, é que o estresse emocional, como a perda de uma pessoa querida, afeta as pessoas da mesma maneira se fosse um ato físico.
Segundo os pesquisadores, essa descoberta pode ser útil no auxílio de pessoas que são afetadas por sentimentos de perdas e rejeições.
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/895917-estresse-emocional-doi-tanto-quanto-dor-fisica-diz-estudo.shtml
Comentário: Com essa pesquisa, provou-se que as pessoas afetadas por algum tipo de perde ou rejeição pode doer tanto quanto dor física. Todos os voluntários, nas situações de dor apresentaram reação na mesma parte do cérebro e acho que isso se deve ao fato de que todas estavam sofrendo, que como mostra o estudo, sofrendo o esquivalete à uma dor física.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Na Austrália, mais de 45 espécies podem sumir em 20 anos
Mamíferos, pássaros, lagartos e outros animais podem desaparecer nos próximos 20 anos da região de Kimberlye, a noroeste da Austrália. Eles fazem parte de um grupo com mais de 45 espécies listadas como ameaçadas de extinção.
O risco vem da caça de gatos selvagens e da destruição do habitat dos bichos por cabras e burros selvagens, além de incêndios na região.
Cerca de 30% das espécies em risco foram identificadas como sendo únicas em Kimberlye e outras já não existem em outros territórios australianos, aponta a coautora do estudo Tara Martin.
Para criar programa de proteção imediato que garanta a sobrevida dos animais, seriam necessários 96 milhões de dólares australianos (cerca de R$ 161 milhões). Já as ações em Kimberlye demandariam mais 40 milhões de dólares australianos (R$ 67 milhões).
A maneira mais apropriada para combater a extinção em massa seria reduzir a competição de comida e água entre as espécies nativas e as demais que as ameaçam, além da introdução de um projeto educacional voltado para a comunidade local.
Richard Hobbs, da Universidade Western Australia, que não participou do levantamento, diz que esta é a primeira vez que informações confiáveis sobre Kimberlye foram reunidas.
"O custo [de proteção] pode parecer alto, mas em termos relativos, é uma grande barganha conservacionista", comentou.
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/892895-na-australia-mais-de-45-especies-podem-sumir-em-20-anos.shtml
Comentário: O risco de extinção dessas espécies vem da caça de gatos selvagens, destruição do habitat dos bichos e incêndios na região. Para combater a extinção teria que ser feito um projeto educacional para a comunidade local, mas isso seria/será muito caro.
O risco vem da caça de gatos selvagens e da destruição do habitat dos bichos por cabras e burros selvagens, além de incêndios na região.
Cerca de 30% das espécies em risco foram identificadas como sendo únicas em Kimberlye e outras já não existem em outros territórios australianos, aponta a coautora do estudo Tara Martin.
Para criar programa de proteção imediato que garanta a sobrevida dos animais, seriam necessários 96 milhões de dólares australianos (cerca de R$ 161 milhões). Já as ações em Kimberlye demandariam mais 40 milhões de dólares australianos (R$ 67 milhões).
A maneira mais apropriada para combater a extinção em massa seria reduzir a competição de comida e água entre as espécies nativas e as demais que as ameaçam, além da introdução de um projeto educacional voltado para a comunidade local.
Richard Hobbs, da Universidade Western Australia, que não participou do levantamento, diz que esta é a primeira vez que informações confiáveis sobre Kimberlye foram reunidas.
"O custo [de proteção] pode parecer alto, mas em termos relativos, é uma grande barganha conservacionista", comentou.
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/892895-na-australia-mais-de-45-especies-podem-sumir-em-20-anos.shtml
Comentário: O risco de extinção dessas espécies vem da caça de gatos selvagens, destruição do habitat dos bichos e incêndios na região. Para combater a extinção teria que ser feito um projeto educacional para a comunidade local, mas isso seria/será muito caro.
Falta de hormônio pode alterar audição da mulher ao envelhecer
Para o bem e para o mal, os hormônios femininos costumam exercer forte influência nas relações entre homens e mulheres. Mas, segundo pesquisadores da Universidade de Oklahoma (EUA), além da diferenciação sexual, o estrogênio, principal deles, é essencial às funções auditivas.
Em experimentos com pássaros, a equipe descobriu que, para que o cérebro entenda, memorize e diferencie as informações que chegam aos ouvidos, ele depende totalmente do hormônio.
Segundo o neurocientista brasileiro Raphael Pinaud, chefe do estudo publicado no "Journal of Neuroscience", a ligação de problemas auditivos com a síndrome de Turner --doença genética causada pela ausência de um cromossomo feminino-- e com a menopausa ajudou a nortear a pesquisa.
"Todos achavam que a perda hormonal e a auditiva, apesar de ocorrerem simultaneamente, não estavam diretamente ligadas. Percebemos que a perda auditiva pode ser diretamente causada pela perda hormonal."
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/889436-falta-de-hormonio-pode-alterar-audicao-da-mulher-ao-envelhecer.shtml
Comentário: A falta de estrogênio pode alterar a audição das mulheres, pois é ele que faz o cérebro entender as informações auditivas e "a perda auditiva pode ser diretamente causada pela perda hormonal". A pesquina foi norteada pela ligação entre os problemas auditivos com a síndrome de Turner e a menopausa.
Em experimentos com pássaros, a equipe descobriu que, para que o cérebro entenda, memorize e diferencie as informações que chegam aos ouvidos, ele depende totalmente do hormônio.
Segundo o neurocientista brasileiro Raphael Pinaud, chefe do estudo publicado no "Journal of Neuroscience", a ligação de problemas auditivos com a síndrome de Turner --doença genética causada pela ausência de um cromossomo feminino-- e com a menopausa ajudou a nortear a pesquisa.
"Todos achavam que a perda hormonal e a auditiva, apesar de ocorrerem simultaneamente, não estavam diretamente ligadas. Percebemos que a perda auditiva pode ser diretamente causada pela perda hormonal."
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/889436-falta-de-hormonio-pode-alterar-audicao-da-mulher-ao-envelhecer.shtml
Comentário: A falta de estrogênio pode alterar a audição das mulheres, pois é ele que faz o cérebro entender as informações auditivas e "a perda auditiva pode ser diretamente causada pela perda hormonal". A pesquina foi norteada pela ligação entre os problemas auditivos com a síndrome de Turner e a menopausa.
Cientistas contestam descoberta de bactérias extraterrestres
Um artigo controverso assinado pelo astrobiólogo da Nasa Richard Hoover, que diz ter descoberto evidências de bactérias extraterrestres fossilizadas em três meteoritos que atingiram a terra, está sendo contestado por especialistas da comunidade científica.
Divulgado na última sexta-feira (4) na publicação científica americana "Journal of Cosmology", o estudo afirma que, durante uma análise da estrutura dos meteoritos, foram encontradas evidências de organismos similares às cianobactérias.
No entanto, a composição destes organismos seria diferente das bactérias terrestres. Segundo Hover, isto seria uma das provas de que eles não se infiltraram no meteorito na Terra, mas vieram do espaço.
O Journal of Cosmology recebeu duras críticas da comunidade científica, que alegam que a publicação não tem credibilidade --ela é independente e dá livre acesso aos artigos na internet-- e que a pesquisa de Hoover não reuniu as evidências necessárias para comprovar suas afirmações.
CONVITE A CIENTISTAS
As alegações do cientista são baseadas na investigação microscópica da estrutura interna do grupo de meteoritos do tipo Condritos Carbonáceos C1, que continha materiais supostamente originários do início do nosso sistema solar.
Dentro dos meteoritos, ele teria encontrado fibras que diz terem semelhanças com cianobactérias terrestres.
Mas, segundo o cientista, o tamanho, a estrutura e a composição química dos filamentos encontrados no meteoro não são consistentes com o que existe na Terra.
Ele também descartou a possibilidade de que as estruturas sejam resultado da contaminação local depois que os meteoritos caíram no planeta, dizendo que a quantidade mínima de nitrogênio encontrada neles mostra que são fósseis realmente antigos.
Em um comunicado, o astrofísico da Universidade de Harvard Rudolph Schild, editor do "Journal of Cosmology", disse ter convidado cem especialistas para comentar o estudo polêmico.
"Por causa da natureza controversa de sua descoberta [de Richard Hoover], convidamos cem especialistas que enviaram um convite geral a mais de 5.000 cientistas para revisarem o estudo e apresentarem suas análises críticas."
Segundo Schild, os comentários devem ser enviados até esta segunda-feira e serão publicados até o dia 10 de março.
O astrofísico disse ainda que o estudo é "profundamente importante" e que nenhum outro trabalho na história da ciência terá sido submetido a uma análise tão completa.
PANSPERMIA
Se as conclusões do trabalho de Hoover forem consideradas corretas, elas seriam uma forte sugestão de que a vida não é exclusividade da Terra e pode ter tido origem em outros lugares do universo.
Há décadas o conceito de panspermia --de que a vida não é exclusividade da Terra e teria chegado ao planeta por meio de, por exemplo, um meteorito-- é defendido por alguns dos cientistas ligados ao "Journal of Cosmology".
O repórter de ciência da BBC Neil Bowdler diz que as afirmações de Hoover ainda devem ser bastante discutidas.
"Se Hoover estiver certo, ele terá provado que a vida não é exclusividade da Terra. Mas isso é uma grande incerteza. É a primeira vez que tais afirmações foram feitas."
"Os cientistas ainda debatem as sugestões feitas por uma pesquisa em 1996, de que um meteorito continha evidências de bactérias fossilizadas de Marte", diz Bowdler.
http://www1.folha.uol.com.br/bbc/885632-cientistas-contestam-descoberta-de-bacterias-extraterrestres.shtml
Comentário: Os cientistas estão debatendo sobre essas bactérias, porque se elas chegaram na Terra por meio de um meteorito, significa que a vida pode existir fora do nosso planeta. Ainda vão ter que fazer muitos estudos, mas se for comprovado será um grande descoberta que pode levar a muitos outros estudos posteriores sobre a vida em outros planetas do nosso sistema solar.
Divulgado na última sexta-feira (4) na publicação científica americana "Journal of Cosmology", o estudo afirma que, durante uma análise da estrutura dos meteoritos, foram encontradas evidências de organismos similares às cianobactérias.
No entanto, a composição destes organismos seria diferente das bactérias terrestres. Segundo Hover, isto seria uma das provas de que eles não se infiltraram no meteorito na Terra, mas vieram do espaço.
O Journal of Cosmology recebeu duras críticas da comunidade científica, que alegam que a publicação não tem credibilidade --ela é independente e dá livre acesso aos artigos na internet-- e que a pesquisa de Hoover não reuniu as evidências necessárias para comprovar suas afirmações.
CONVITE A CIENTISTAS
As alegações do cientista são baseadas na investigação microscópica da estrutura interna do grupo de meteoritos do tipo Condritos Carbonáceos C1, que continha materiais supostamente originários do início do nosso sistema solar.
Dentro dos meteoritos, ele teria encontrado fibras que diz terem semelhanças com cianobactérias terrestres.
Mas, segundo o cientista, o tamanho, a estrutura e a composição química dos filamentos encontrados no meteoro não são consistentes com o que existe na Terra.
Ele também descartou a possibilidade de que as estruturas sejam resultado da contaminação local depois que os meteoritos caíram no planeta, dizendo que a quantidade mínima de nitrogênio encontrada neles mostra que são fósseis realmente antigos.
Em um comunicado, o astrofísico da Universidade de Harvard Rudolph Schild, editor do "Journal of Cosmology", disse ter convidado cem especialistas para comentar o estudo polêmico.
"Por causa da natureza controversa de sua descoberta [de Richard Hoover], convidamos cem especialistas que enviaram um convite geral a mais de 5.000 cientistas para revisarem o estudo e apresentarem suas análises críticas."
Segundo Schild, os comentários devem ser enviados até esta segunda-feira e serão publicados até o dia 10 de março.
O astrofísico disse ainda que o estudo é "profundamente importante" e que nenhum outro trabalho na história da ciência terá sido submetido a uma análise tão completa.
PANSPERMIA
Se as conclusões do trabalho de Hoover forem consideradas corretas, elas seriam uma forte sugestão de que a vida não é exclusividade da Terra e pode ter tido origem em outros lugares do universo.
Há décadas o conceito de panspermia --de que a vida não é exclusividade da Terra e teria chegado ao planeta por meio de, por exemplo, um meteorito-- é defendido por alguns dos cientistas ligados ao "Journal of Cosmology".
O repórter de ciência da BBC Neil Bowdler diz que as afirmações de Hoover ainda devem ser bastante discutidas.
"Se Hoover estiver certo, ele terá provado que a vida não é exclusividade da Terra. Mas isso é uma grande incerteza. É a primeira vez que tais afirmações foram feitas."
"Os cientistas ainda debatem as sugestões feitas por uma pesquisa em 1996, de que um meteorito continha evidências de bactérias fossilizadas de Marte", diz Bowdler.
http://www1.folha.uol.com.br/bbc/885632-cientistas-contestam-descoberta-de-bacterias-extraterrestres.shtml
Comentário: Os cientistas estão debatendo sobre essas bactérias, porque se elas chegaram na Terra por meio de um meteorito, significa que a vida pode existir fora do nosso planeta. Ainda vão ter que fazer muitos estudos, mas se for comprovado será um grande descoberta que pode levar a muitos outros estudos posteriores sobre a vida em outros planetas do nosso sistema solar.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Escola adota copos ecológicos
Rainha do Brasil, de Porto Alegre, também recolhe pilhas e baterias usadas
A Escola Rainha do Brasil, de Porto Alegre, adotou os copos descartáveis de papel no lugar dos produtos de plástico.
Veja um trecho do relato que a direção mandou para o Nosso Mundo:
"A Escola Rainha do Brasil decidiu 'tirar' a sustentabilidade do papel e da teoria e adota, em 2011, os copos descartáveis ecológicos de papel, substituindo, assim, os copos descartáveis de plásticos que tanto agridem o nosso ambiente.
A utilização do copo de papel por alunos, educadores e comunidade em geral reafirmará em cada um o compromisso com o meio ambiente, tornando suas atitudes cada vez mais sustentáveis.
O copo de papel é 100% ecológico e traz os seguintes benefícios:
- Econômico em seu tamanho ajuda a evitar o desperdício de água
- Produzido com madeira de reflorestamento
- Degrada em até 18 meses sem prejudicar o meio ambiente
- Auxilia na redução do volume do lixo.
Além do copo ecológico, a Escola Rainha do Brasil continua com seus projetos de recolhimento do óleo de cozinha usado, que é encaminhado à Ação Solidária Madre Cristina, além da coleta de pilhas e baterias usadas.
Sustentabilidade não é moda, é atitude! Nossos alunos sabem bem o significado de sustentabilidade, pois estão divulgando e contribuindo com todos os projetos. Nos sentimos muito felizes com o resultado do copo ecológico junto à comunidade escolar.
Vamos pensar em nosso planeta e que nossas ações sejam em prol da humanidade toda, presente e futura."
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3230432,Escola-adota-copos-ecologicos.html
Comentário: Penso que a ideia dos copos recicláveis é muito interessante e, se todo mundo adotá-la, o meio-ambiente será menos prejudicado. O Rainha do Brasil já realiza outras campanhas a favor da sustentablidade e, se todos fizessem sua parte, tudo poderia ficar melhor, porque do jeito que está, não dá mais.
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